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Fórum Técnico do LACNIC: dez especialistas, 200 minutos e muita interação
7 de maio de 2020
O Fórum
Técnico do LACNIC (FTL) reuniu durante toda a jornada da quarta-feira a dez
qualificados palestrantes de diferentes partes da região e do mundo perante um
auditório online que alcançou os 250
participantes ao longo do dia.
As
apresentações incluíram tópicos como; operação de redes, transição,
implementação, medições de RPKI, DNSSEC, Interconexão, Internet das Coisas
(loT) e vulnerabilidades de segurança, entre outros assuntos.
Durante mais
de 200 minutos divididos em quatro sessões, dez palestrantes (Javier
More, Massimo Candela, Agustín Formoso, Karen
O’Donoghue, Richard Hummel, Claudio Risso, Tim Bruijnzeels, Hugo Salgado,
Carlos Martínez y José Camargo) dissertaram para a comunidade técnica com
transcrição simultânea em três idiomas (inglês, espanhol y português).
“O FTL é uma iniciativa do LACNIC que trata de
fomentar um espaço de intercâmbio entre nossa região com outras comunidades e com
experiências de outras regiões, o objetivo é ter informação sobre as
necessidades de operação em nosso âmbito de responsabilidade”, comentou Carlos
Martínez, CTO do LACNIC durante a avaliação do evento.
(Acesso livre, não requer assinatura)
O nível de
apresentações foi melhorando a cada ano e isso faz com que o trabalho do Comitê
do Programa seja cada vez mais desafiante.
Martínez
anunciou que o FTI 2021 acontecerá em maio do ano que vem, mantendo os eixos
temáticos atuais, e instou à comunidade técnica a enviar suas consultas e assim
avançar nas possíveis áreas de trabalho.
Ida e volta. Na primeira apresentação do FTL, Javier More expôs
sobre a experiência no Peru das “Redes de transporte de fibra ótica e
micro-ondas e espetro radioelétrico para a implementação de redes %G”. Detalhou
que pela geografia peruana a maior concentração de fibra encontra-se na região
litorânea, por outro lado, grande parte da floresta desse país têm muitas dificuldades
para obter conexões de boa qualidade.
O nível de
apresentações foi melhorando a cada ano e isso faz com que o trabalho do Comitê
do Programa seja cada vez mais desafiante.
Martínez
anunciou que o FTI 2021 acontecerá em maio do ano que vem, mantendo os eixos
temáticos atuais, e instou à comunidade técnica a enviar suas consultas e assim
avançar nas possíveis áreas de trabalho.
Ida e volta. Na primeira apresentação do FTL, Javier More expôs
sobre a experiência no Peru das “Redes de transporte de fibra ótica e
micro-ondas e espetro radioelétrico para a implementação de redes %G”. Detalhou
que pela geografia peruana a maior concentração de fibra encontra-se na região
litorânea, por outro lado, grande parte da floresta desse país têm muitas dificuldades
para obter conexões de boa qualidade.
Logo após, Massimo
Candela apresentou sua pesquisa sobre monitoramento BGPs que permite monitorar
todos os anúncios que estão sendo apresentados, inclusive aqueles que não têm
cobertura dos ROAs.
Por sua vez,
Agustín Formoso compartilhou o projeto “De-bogonizando 2a10::/12”, um trabalho sobre como reage a Internet quando se aloca um novo
bloco a um RIR.
A
pesquisadora Karen O’Donoghue apresentou “O caminho até a implementação:
segurança do protocolo NTP”, no qual concluiu que deve ser desenvolvido um
modelo de implementação de protótipos para melhorar a arquitetura da Internet.
Richard
Hummel compartilhou com a audiência a pesquisa da NETSCOUT sobre o panorama das
ameaças cibernéticas. Na Internet são produzidos cerca de 23 mil ataques por
dia. “Se multiplicarmos isso por dólares, o resultado será muito dinheiro”,
afirmou o especialista durante a sua apresentação. “Quanto estamos perdendo por
não prevenir ou mitigar esses ataques? Quanto custa cada um desses ataques? Acrescentou
Hummel.
Claudio Risso
apresentou o trabalho “desenho de topologias iBGP/MPLS ótimas para a Rede
Internacional da ANTEL”, enquanto que Tim Bruijnzeels compartilhou o projeto
“Tendências na implementação do RPKI”, com dados relevantes sobre o
desenvolvimento de padrões de segurança e de certificação de recursos.
No final da
tarde, Hugo Salgado e Carlos Martínez apresentaram o trabalho sobre “SGA-1 e a
rotação do algoritmo DNSSEC”; enquanto José Camargo dissertou sobre uma
“Solução alternativa low cost para controle de ataques volumétricos na América
Latina”.