A “killer application” para a implementação do IPv6

29 de julho de 2015

A “killer application” para a implementação do IPv6

O novo moderador do Fórum Latino-americano do IPv6, o engenheiro mexicano Azael Fernández Alcántara, estima que a implementação do IPv6 deve ser estimulada na América Latina e o Caribe devido a que seu uso massivo ainda é incipiente.

Fernández Alcántara, responsável do projeto IPv6 da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) e coordenador dos grupos de trabalho do IPv6 na Corporação Universitária para o Desenvolvimento da Internet e em CLARA, aponta que a nível governamental poucos países da região impulsaram o IPv6, pelo que a academia e o setor privado tem liderado sua implementação.

Em diálogo com LACNIC News, Fernández Alcántara estimou que a Internet das coisas será a “killer application” para acelerar a implementação do IPv6 por tornar-se imperativo recorrer a este protocolo para novos usos e dispositivos.

Como você observa que está sendo desenvolvida a implementação do IPv6 na América Latina e o Caribe?

(Acesso livre, não requer assinatura)

Está sendo implementado a um ritmo relativamente aceitável, especialmente em países como Peru, Equador e Brasil. No entanto, ainda faltam mais implementações maciças públicas e de grande volume de usuários.

Quais são os setores que para você estão mais desenvolvidos no IPv6 e quais menos?

Se nos referimos a sectores como os de caráter acadêmico, governamental e empresarial então, o primeiro, o acadêmico na nossa região, em muitos casos está bem desenvolvido, mas como nos países comentados o setor de caráter acadêmico-empresarial é o que mais avanços atingiu.

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