Quinze anos de histórias da comunidade de LACNIC

29 de setembro de 2017

LACNIC comemorou seus 15 anos de existência compartilhando a visão de membros da comunidade da Internet da América Latina e o Caribe em um painel organizado especialmente para isso durante o evento de Montevidéu.

Moderados por Oscar Robles, diretor executivo de LACNIC, seis integrantes de diferentes organizações da região contaram histórias pessoais e de suas instituições durante os últimos 15 anos.

Robles disse que a ideia de comemorar este aniversário foi ir além de LACNIC e enfatizar as histórias de pessoas e organizações que acompanharam o processo do registro regional da Internet.

(Acesso livre, não requer assinatura)

Seis histórias. Cristine Hoepers, primeira co-moderadora dos espaços de segurança da região, valorizou a paciência de LACNIC por apoiar as iniciativas de segurança cibernética desde seus inícios. Segundo sua visão, desde a sua criação, LACNIC liderou para criar uma atmosfera única integrando às diferentes comunidades da América Latina e o Caribe. “É muito bom ter criado esta comunidade latino-americana”, disse a brasileira especialista em segurança. Em relação ao futuro, Hoepers salientou que é necessário capacitar e envolver mais pessoas na comunidade, para ter uma melhor Internet.

Mariela Rocha, promotora dos fóruns do IPv6 de LACNIC, contou no painel que ela teve muitas oportunidades graças à comunidade da Internet. Ela valorizou especialmente a ajuda recebida que lhe permitiu superar suas dificuldades auditivas. “Sempre me deram tudo o que precisava para poder interagir com a comunidade”, disse Rocha. Segundo sua visão, o mais importante que LACNIC fez, foi assumir a liderança da Internet na região:
“Foi capaz de desenvolver personalidades técnicas e apoiar aqueles que se tornaram referentes da comunidade, ao mesmo tempo em que ajudou outras organizações a se desenvolver” Disse que a região forneceu as ferramentas e as pessoas ideais para trabalhar. “Graças à comunidade, obtive muitos mais colegas para trabalhar na região do que no meu próprio país”, apontou a colaboradora de LACNIC.

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