Além da automação: a ascensão das redes agênticas

09/01/2026

Além da automação: a ascensão das redes agênticas
Fonte: kentik

Justin Ryburn, gerente de tecnologia da Kentik

Este artigo foi publicado originalmente no blog da Kentik.

Resumo

A inteligência artificial agêntica é a próxima evolução na gestão de redes, indo além da simples automação para sistemas inteligentes que podem raciocinar, planejar e agir de forma autônoma. Justin Ryburn, gerente de tecnologia da Kentik, destaca como essa mudança automatiza a experiência, possibilita a resolução proativa de problemas e capacita os engenheiros para a inovação estratégica.


(Acesso livre, não requer assinatura)

Durante anos, a promessa de um gerenciamento automatizado de redes cativou profissionais da informática e aos empresários. Temos observado uma proliferação de ferramentas projetadas para automatizar tarefas repetitivas, disparar alertas com base em limites predefinidos e até mesmo realizar ações corretivas básicas. Embora esses avanços tenham trazido, sem dúvida, ganhos de eficiência, é hora de reconhecer uma verdade crucial: muitas dessas “automações” são pouco mais do que programações sofisticadas. São úteis, mas não verdadeiramente inteligentes. A verdadeira revolução na gestão de redes não se resume à automação de tarefas, mas sim à automação da experiência.

Isso nos leva a uma nova era: a ascensão da IA ​​agêntica em redes. Imagine uma rede que não apenas reaja a comandos, mas que raciocina, planeja e toma decisões de forma autônoma em ambientes vastos e complexos.  É muito semelhante a uma pessoa especialista e com muito conhecimento: mas em uma escala e velocidade sem precedentes.  Isso não é apenas IA para operações de tecnologia da informação, trata-se de inteligência agêntica.

As limitações da automação atual das redes

A grande maioria da “automação” de redes hoje opera sob uma simples premissa: se X acontecer, então faça Y. Embora essa lógica condicional seja eficaz para cenários bem definidos e previsíveis, ela se mostra insuficiente quando confrontada com o dinamismo e a volatilidade inerentes às redes modernas. Esses programas não possuem a capacidade de compreender o contexto, inferir intenções ou se adaptar a novas situações.

As opiniões expressas pelos autores deste blog são próprias e não refletem necessariamente as opiniões de LACNIC.

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